A Lua
Julho 6th, 2008Tão bela que me envolve, em um pequeno toque de seu.
Brilhar, que é tão inesquecível de uma noite, que se passa.
Em segundos, e me faz viver o eterno, que em instantes vem-se
Ao encontro dos infermos sofrimentos, que deslocam apenas
Um amor pobre e pequeno que pra mim são desejos de criança.
Quero o teu abraço, o viver, seu intenso, sua infelicidade, tristesa
E humildade que se vive o dia-a-dia. Isso não é para muitos, é para
Poucos, que sentem o ouvir de minha música sussurando em seu
Ouvido como o seu ninar, que lhe enche de amor e nos encontra
Em instantes em nosso interno, que se vêem em olhos de labirintos
Que nunca sofrem, se amam.
Ela eu, os eus, que vivem os teus, que sentem o que é amar, amor e
Viver, encontros eternos, nunca se vão, se beijam! E que se dispersam
Ao dia, e se revêem no fim do dia, ao anoitecer! Ela me ama, e eu sofro
Com tua partida, é dia. Trabalho, trabalho e trabalho… faço em, e por ti.
E aquele pobre recanto vê-nos amando… Chega o medo, medos, e
Amores.
Ela agora me odeia, e eu escrevo em constantes “invariáveis” para ti.
Para ela, se foi, e para mim a lembrança, maldita lua. Me amou e usou,
Agora sofro em meu peito pequeno, no interno, a dor do coração
Deslacerado pelo vendo do amor… Ela sabe me bater com “letras”.
Ilber Rocha de Oliveira
